Uma corrente de estórias que ficam na minha história!

dezembro 31, 2004

Para a Ana do "Águas de Março"


"Momento de lazer", carvão de Meshu, um artista do Lesotho.
Para que 2005 nos traga a todos bons e divertidos momentos na blogosfera.
Antonio San

Nabice é no que dá...

Juro que até tinha tudo muito bem alinhadinho e por ordem, mas ou o blogspot tem vontade própria ou a minha nabice nestas coisas é soberana.
Ficou tudo trocado e desordenado.
Peço desculpas pelo desarranjo. Conta a melhor das intenções de vos presentear com um "layout" bonito mas não conseguido.
Ficam também e mais uma vez os votos de um 2005 cheio de boas e grandiosas realizações pessoais (porque das governamentais... a ver vamos).

Mais elos fortes para a corrente de amigos.

Vi, li e gostei do que vi e li, por isso partilho com todos vós.
Um é o Kitanda, um blog com sabor africano e muito para ler.
O outro é o Águas de Março, um blog lindo e de muito sentido.
Parabéns aos dois. Eu já fiquei fan e, para quem quiser dar uma vista de olhos, é só ir aos elos fortes ou clicar aqui.
Boas leituras e boas viagens.

Para o Carlos Gil


Retrato queimado sobre couro do Camilo. Uma velha Muximba com votos de bons textos africanos para 2005.
Antonio San

Para o Luis Dias


Retrato queimado sobre couro. Uma Muficuena Cuamatui, do angolano Camilo. Para te recordar África e te desejar um 2005 cheio de prosperidades.
Antonio San

VOLTOU!! FINALMENTE...

Refiro-me à Maria Branco que finalmente voltou para gáudio de todos nós.
Bem vinda Maria e que seja por muitos e agradáveis tempos.
O teu lugar estava à tua espera e o elo já está estabelecido no Cumplicidades 2.

Para a Maria Branco


Do Raúl Indipwo, as mulheres de África para que a força e a coragem te sejam companheiras em 2005.
Antonio San

Para os meus amigos virtuais e reais.

Com os mais sinceros votos de um PLENO- SUPER- MEGA 2005, aqui ficam algumas lembranças tiradas cá de casa a pensar em vós.
Façam o favor de serem felizes nos próximos 365 dias.

Para o Lud


Sei que gostas de tudo quanto é ancestral. Cá vai, da África equatorial, com votos de grandes realizações pssoais para 2005.
Antonio San

Para a Yurei San


Ligação à terra e às boas tradições. Um ano cheio de boas vibrações.
Antonio San

Para a Flor de Lótus


Obrigado pela amizade real. Um bom ano cheio de realizações pessoais.
Antonio San

Para o OrCa


Com os votos de boas e grandes navegações literárias para 2005 e aquele abraço sempre amigo.
Antonio San

Para a Sandra Duarte


"Mãe africana", óleo sobre tela do Raúl Indipwo. Com votos de tudo de bom para 2005, extensivos ao filhote, mãe galinha.
Antonio San

Para Mar Revolto / Mar Azul


A força, a beleza e a serenidade deste leopardo em óleo sobre tela do Craig Bone. Que 2005 continue a ser belo e cheio de bons aromas.
Antonio San

Para o Kitanda


Carvão do basotho Meshu. Mulher africana. Com os votos de boas e grandes viagens literárias com sabor africano para 2005.
Antonio San

dezembro 30, 2004

Re.. quê?


Referendo pá! Tá ai não tarda.
Começa a treinar.
Antonio San

Eva era loira!!!

Foto emprestadada daqui "sorry folks but I liked it".
Só para desanuviar um pouco desta vida...

Eve: "Adam, do You love me ?"
Adam: "No I don't"
Eve: (crying) "Then why did you make love to me ?"
Adam: "Daahh, Helloooo do you see anyone else around ?"

Antonio San

Os filhos da Mãe.


Já todos estamos muito habituados à casa que temos. Bem ou mal arrumada é a nossa casa e pensamos que lhe conhecemos os cantos, salvo pequenas excepções.
Vivemos de traquinices diárias, como crianças pequenas e inconsequentes que somos. Fazemos asneiras que a Mãe vai tolerando só porque nada nos diz no imediato. Por vezes ferimo-la tanto que ela, mais tarde, queixa-se e mostra os sintomas. É então que nós, filhos rebeldes, caímos em nós e pensamos em ser bonzinhos. Nem todos, diga-se em bom abono da verdade. E lá continuamos, crianças deslumbradas entre o ter e o querer ter mais, a não pensar que a Mãe, por vezes, faz sacrifícios enormes para nos deixar ter birrinhas próprias de quem é inconsequente. É o papel de toda a Mãe.
Por vezes ela perde a paciência e zanga-se muito. É então que nós paramos, pensamos e prometemos ser bonzinhos. Ela acredita. Todos nós acreditamos que nos vamos portar bem, mas, passado pouco tempo, descobrimos que, enquanto uns se portam bem, outros há que se portam muito mal e lá volta tudo ao mesmo. Lá volta ela a sofrer e a expiar pecados dos filhos. Até quando lhe restará um rasgo de paciência, não sabemos, mas calculamos que não será por muito mais tempo. Medido no tempo da Mãe, está claro.
Como o tempo da Mãe é diferente do nosso, andamos mais ao ritmo do nosso que do dela. Temos pouco tempo e, de há uma trintena de anos para cá, muito menos. Tão pouco que não conseguimos apanhar tudo o que nos passa pela frente. Mas queremos, sem olhar às consequências. Já estamos na Lua, em Marte, escorregamos pelos anéis de Saturno como se de um parque infantil se tratasse e esquecemo-nos de olhar para a nossa casa, arrumá-la, tratar dela e dar as boas-vindas aos nossos próprios filhos para que nela se sintam bem.
Bem..., isso seria pedir demais a quem é tão egoísta nestas coisas de brincar às vidas. Esquecemo-nos dos nossos próprios irmãos todos os dias, a toda a hora.
Esquecemo-nos disso e de muito mais. Esquecemo-nos que a nossa casa ainda está em construção. Não é definitiva. Ela e todo o bairro em que ela está. E a Mãe lá tem de fazer as suas limpezas, as suas arrumações, lá tem de se ajeitar da melhor maneira possível às divisões que vão alterando a casa de todos nós. No fundo, faz o papel dela. Faz o que sabe e o que conhece.
Nós filhos é que, na esmagadora maioria, não sabemos e os que sabem não o divulgam muito. Veja-se: alguns filhos sabiam que a Mãe ia ter uma grande convulsão depois do chão de uma das assoalhadas da casa se ter partido. Poucos, é certo, mas com voz e poder suficiente para poderem avisar os irmãos que, distraída ou inocentemente se divertiam ou habitavam aqueles lados da casa. Lados pobres, frágeis embora bonitos e agradáveis para onde muitos gostam de ir brincar às férias enquanto outros os sub habitam e se sujeitam vida após vida.
Ouvi hoje nas notícias que os meus irmãos detentores do poder da informação e decisão da assoalhadaTailândia não avisaram que a Mãe ia ter uma convulsão mais que certa para não "estragarem" os dividendos que lhes rendia a estadia de outros irmãos mais prósperos.
E foi o que se viu, se vê e, infelizmente, se verá nos tempos mais próximos.
A tragédia teria ocorrido na mesma só que, provavelmente, hoje eu não estaria a chorar por tantos e tantos irmãos mortos, desaparecidos, feridos e desalojados.
Dá que pensar. Dá mesmo muito que pensar, a ser verdade. Dá-me que pensar no "porque raio é que esses meus irmãos que podiam ter avisado e não avisaram, não estavam lá, de férias, mesmo ali à beirinha do mar, refastelados no areal dourado da praia?".
Podiam certamente experimentar o sabor da sua decisão "in loco", ao vivo, a cores e em todas as dimensões que uma catástrofe destas traz.
Chamem-me mau que eu não me importo.

Antonio San

dezembro 27, 2004

Estou triste


A Mãe deu-me um Murro e, desta vez, não fiz mal nenhum!
Antonio San

dezembro 23, 2004

Da minha árvore de Natal


Da minha árvore de Natal
emana o brilho
do desejo sentido
que Natal não seja só
a prenda que se dá
ou a lembrança que se recebe
a vinte e quatro ou vinte e cinco
de um Dezembro qualquer
porque assim tem de ser,
mas seja o laço que aperta
estreita, une e oferta
o simples gesto
de uma mão aberta estendida
à dádiva incondicional
trezentos e sessenta e cinco dias
de todo e qualquer ano
simplesmente... humano.
A todos um Feliz Natal
e um Mega 2005
Antonio San

A todos...


São os votos reais deste vosso amigo virtual.
Antonio San

Máquina dos tempos

Queridas e queridos amigos (e não digo isto por ser Natal), cá estou eu depois de um interregno forçado pelo meu computador e por alguns afazeres da vida própria desta época.
A máquina que me liga a todos vós andava lenta, doente. Desanimado, insistia na velocidade a que estava habituado, na facilidade com que ela, outrora, me transportava de página em página, de blog em blog a 512 Kbps reais. E exigia. E não recebia.
Decidi levá-la ao médico e internei-a durante o fim-de-semana, com a promessa de não a reconhecer na Segunda-feira. Era assim uma espécie de operação geral: clínica e estética.
Mas, ao regressar, lá estava ela, empilhada para um canto do corredor das urgências ainda à espera do tal médico que a libertasse das mazelas contraídas pelas acoplagens forçadas a "planetas" indesejados que se tinham interferido em rotas pré-estabelecidas. De médico, nada. De tratamento, nada. Deve ser do serviço nacional de saúde virtual e esqueceu-se de me dizer que a lista de espera é maior que o interesse de acabar com ela no fim-de-semana, como tinha prometido. E é de clínica privada que falamos. O tal paraíso do "outsourcing" de que falava o Orca um dia destes. O médico era sub-contratado.
Enfim... aborreci-me, tive pena da coitadinha (e de mim) e trouxe-a para casa, cheia das mesmas lombrigas inglesas, americanas, paquistanesas e do raio que as parta a todas. Com a mesma tosse convulsa que lhe tolhe a fala e com as mesmas artroses que lhe impedem a livre e ágil movimentação.
Mas, para já, prefiro assim. Pelo menos tenho-a aqui, ligo-me a todos vós. Em "slowmotion" mas ligo-me. Trabalho nela (os eternos relatórios) compassadamente, mas trabalho. E não estou tão despido, tão afastado do mundo, tão incapaz de produzir.
É incrível como estas máquinas fazem parte de nós e nos fazem sentir impotentes e perdidos quando param. Estou a trabalhar no relatório duma formação que fiz e, dos cerca de vinte relatórios dos formandos que tenho de avaliar, um deles está escrito à mão. Senti uma estranheza enorme como se de uma profanação se tratasse e dei por mim a meditar no quanto estas máquinas já nos dominam hoje. Nem quero perspectivar o amanhã.
De momento, penso somente no imenso prazer que sinto em voltar a acariciar o seu teclado, carregar no botão mágico do "power" e viajar à realidade deste reencontro amigo, mesmo que virtual e no trabalho que não se acumula, porque manuscrito já não faz sentido, mesmo que o natural fosse escrevê-lo desse modo.
Estou de volta e quero agradecer-vos a todos a preocupação manifestada.

dezembro 15, 2004

Vida de apartamento.

Viver num apartamento não é pera doce. Vejam.

Onde fica???


Sei lá! Parece que é lá pró cú do mundo.
Antonio San

dezembro 12, 2004

Fumar é perigoso.


Havanos então... nem se fala.
Antonio San

Egocentristas


Pois é... nem sempre a relva do vizinho é mais verde que a nossa!
Antonio San

Estas crianças de hoje...


Quando Mariana abriu os olhos para o mundo, arregalou-os, fixou-os naquelas sombras que acabavam numas bolas toscas em cima e tinham apêndices a abanar-lhe acenos. Não gostou e berrou a sete pulmões. Todos sorriam de alegria, principalmente o casalinho contemplado.
Mariana é que não estava muito satisfeita. Tirarem-na assim, sem mais nem menos, do aconchego sem lhe pedirem opinião, não lhe parecia nada justo.
E foi a partir daí que começou a desenvolver o já inato sentido de justiça com que todas as crianças deste novo milénio vêm apetrechadas. Um extra que no nosso tempo era caro demais para se trazer na versão base. Tornou-se uma reinvindicativa.
Agora, com seis aninhos, Mariana deu um importante passo na sua vida: entrou para a escola primária, é aluna caloira do primeiro ano.
Coisa de responsabilidade. Lá vai, toda contente, guarnecida de livros e cadernos, com atitudes muito compenetradas e com a responsabilidade de já ser "gente grande".
Ficaram para trás as tardes de coboiada com os amiguinhos do jardim infantil, as birras para ir para casa da avó, os dias cinzentos em que apetecia estar mais um bocadinho na caminha e acabava por ficar a manhã toda, os telefonemas que fazia à socapa da avó para o trabalho da mãe para dizer que queria isto ou aquilo, etc, etc e etc.
Agora a coisa pia mais fino. É mais rigoroso. E Mariana dá conta do recado com uma dedicação de pasmar os mais incrédulos progenitores.
Poço de surpresas esta Mariana mais consciente e alertada para as coisas desta vida.

- Mariana, querida, não queres vir ajudar a mamã?
- Não posso, tenho de estudar. - Peremptória.
- Mas querida, a mamã já te ajudou nos trabalhinhos de casa, já os acabaste todos, agora podias vir ajudar-me a preparar o jantar.
- Já disse que não posso, tenho de ler este livro.
E, muito compenetrada, tira e abre um dos enormes volumes da enciclopédia que enche a prateleira inferior da estante da sala.
- E depois, eu sou pequenina e os meninos pequeninos não podem trabalhar. - E fica à espera da reacção maternal.
- Ahh sim? E podem sujar? Para isso, já não és pequenina? Olha a desarrumação em que deixaste o teu quarto. Quem é que vai arrumar?
- Tu. - Respostinha sempre pronta.
- Ah ele é isso? Então minha menina ou me vens ajudar, ou vais arrumar o teu quarto. Desarrumar mais é que não. Também tens de colaborar em casa.
- Olha que há uma casa para onde podemos telefonar quando os pais nos obrigam a trabalhar.
- Mas quem é que te ensinou isso?
- A professora, na escola. Ela disse que as crianças também têm direitos, não são só os adultos.
- Na escola??? - Nunca os olhos daquela mãe se tinham aberto tanto.
- Sim.
- Então e que mais te ensinaram na escola?
- Muitas coisas. - Assunto encerrado.

Lá teve a pobre mãe de lhe fazer compreender a diferença entre trabalho e ajuda. Mariana já sabia, mas fingiu que tinha percebido, para agradar. É que, agora, era a altura ideal para fazer um pedido em que andava a matutar há uns tempos. Por isso, condescendeu e disse à mãe que a ajudava na cozinha.
- Linda menina.
-Pois...
- Olha, dobras os guardanapos e pões em cima dos pratos, está bem?
- Tá. Ó mãe... sabes, o Rui tem um irmãozinho pequenino...
- Ah sim?
- E a Sofia também tem um.
- (silêncio)
- Ó mãe, eu também queria um irmãozinho.
- Ó Mariana, um irmãozinho é uma responsabilidade muito grande. O papá e a mamã têm de conversar muito, têm de ver como a vida está, porque mais um bebé é uma decisão muito grande.
- Mas eu queria.
- Está bem... um dia destes a gente manda vir um, está bem? - Assunto encerrado, pensou a mãe.

Mariana olhou-a incrédula, mas disse que estava bem.

E todas as noites falava do irmãozinho e, todas as noites lá vinham os pais com mais uma desculpa esfarrapada, "o pai tem muito trabalho, a mãe anda muito cansada, o pai isto, a mãe aquilo".

Uma noite, ao jantar, Mariana atacou de novo no querer ter um irmãozinho. O pai, visivelmente enfadado, remata com a mesma do trabalho, do cansaço e da falta de tempo. Decidido a acabar com aquela conversa, faz voz autoritária e ordena que ela coma mas é a comida que já está a ficar fria e se deixe de irmãozinhos porque já lhe tinham dito que um dia o mandavam vir.
Mariana desata num choro compulsivo e, o pai, arrependido, pergunta:
- Mas porque é que estás a chorar?
- Porque vocês não se estão a esforçar o suficiente. - Lamuria-se ela.
- Mas não nos estamos a esforçar no quê Mariana? - Pergunta o pasmado pai.
- Para juntar a sementinha do amor...
Silêncio absoluto, cortado pelos soluços da triunfal Mariana.

Mariana é real e um espectáculo de criança. Estive com ela e os pais (meus primos) no último feriado. Os diálogos também são reais. Os pais continuam pasmados, mas com o tempo curam-se (digo eu).
Mariana não desiste e já me disse que quer um irmãozinho ou irmãzinha, tanto faz.
Disse-mo na Fnac enquanto, ajoelhada, via um livro sobre sexualidade para crianças da idade dela, igual ao que tem na escola.
Os pais, esses, ainda lhes vai levar algum tempo a aceitar que:
- Os meninos já não vêm de França;
- As cegonhas já deixaram de fazer esses fretes;
- Os correios estão na falência por falta de correspondência;
- Os putos de hoje são reais mais cedo do que os pais gostariam.

Antonio San

dezembro 08, 2004

O feriado está aí...


Não seja uma vítima do engarrafamento.
Fique em casa.
Antonio San

...íssississimo.



No comments.
Antonio San

dezembro 06, 2004

Grito


Rodo na ideia da palavra
em velocidade luz
e tonto
pasmo
no silêncio
impressionante
do seu grito!
Antonio San

Esperas...


Como estátua de pedra branca e fria,
assim teu corpo jaz noite após noite
deitado junto a mim.
onde está teu corpo doce e quente?
onde está o teu amor?
deitada, contemplo a estátua ,
esperando, tal Pigmaleão
que um sopro de vida bafeje
a morte do amor ......
M.L.
Antonio San

dezembro 03, 2004

Estou...


No amanhecer do fim-de-semana.
Que seja um renascer para todos nós.
Antonio San

Para ti, Amiga.


Então amiga que é isso?
Só porque a vida te pregou uma partida?
Ela prega-nos a toda a hora
Umas boas, outras más
Mas é assim que se aprende a ser
Com as desventuras do viver
Um ser mais forte e capaz
Não baixes agora o sorriso
Transforma-o antes no riso
Que a desventura desfaz
E prova que és a mais forte
Mais valente que o vento Norte
Mesmo que isso te doa
E te sintas atraiçoada pela sorte
Não mergulhes na dor à toa
Porque sabes saber mais
Do que sucumbir a partidas tais.
Então amiga que é isso?
Chora sim, mas levanta-te, pula e ri
Assume desde já o compromisso
De agarrar a força que há em ti
E num acto permanente
Prende a vida de frente
Abana-a e diz-lhe com firmeza
Que não te abalas com tal vileza
E no final verás
Que és um ser mais forte e audaz
E que a tua Força nunca te mente.


Antonio San

Utopia


*
* *
*
Sim,
bem sei...
é simples utopia.
Sonhar este mundo
unido de mãos dadas,
pintado a todas as cores.
em tons de ocre e carmim.
Onde todos possam ser todos,
desde os santos aos pecadores
em transversal irmandade, sem fim.
o me levem a mal, que posso fazer
se... no fundo, bem no fundo... de mim
existe
um ser
tão
ingénuo
assim?
Porque Natal é sempre que um Homem de Boa Vontade quiser.

Antonio San

Sonhos menino em tela de aguarela

Que bom recordar a aguarela da minha infância.
Que bom seria se fosse de todas as infâncias...

 

Passaram pela re-Corrente

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