Uma corrente de estórias que ficam na minha história!

setembro 29, 2004

O "reaça" ataca...

Novo cinto de segurança para mulheres...
Antonio San

O "reaça" volta a atacar...

O desmancha-prazeres!
Antonio San

A minha casa...

Infelizmente nem todas as divisões têm a mesma qualidade!
E, nem sempre as mais iluminadas são as melhores!
Quem vier... que venha por bem!


Antonio San

É essencial uma boa e aturada gestão...

... para não ter de se actuar em "último recurso"!


Antonio San

setembro 28, 2004

E do pó se faz espanto...

A arte e o engenho de um par de mãos criadoras (ainda a melhor tarefa para que foram concebidas).

http://mail.lynms.edu.hk/~cwk/sand.wmv

Demora algum tempo a carregar mas vale bem a espera. O som envolve!

setembro 27, 2004

Tomar as rédeas à situação (só pra quem sabe...)...

Um agente de trânsito manda parar um advogado que dirigia EM EXCESSO DE VELOCIDADE.

Agente: Posso ver a sua carta de condução?
Advogado: Não tenho. Foi suspensa na última vez em que cometi uma infracção.
Agente: Posso então ver o registo de propriedade do veículo?
Advogado: O carro não é meu. Roubei-o!
Agente: O carro é roubado?
Advogado: Sim, é verdade. Mas agora que penso nisso, acho que vi o registo de propriedade no porta-luvas, quando lá pus a minha pistola...
Agente: Tem uma pistola no porta-luvas?
Advogado: Sim. Coloquei-a lá depois de matar a dona do carro e colocar o corpo dela na bagageira.
Agente: Tem um corpo na bagageira???
Advogado: Sim, senhor.

Ao ouvir isso, o agente chamou imediatamente o seu superior. O carro foi rapidamente cercado por um cordão policial e o capitão aproximou-se do veículo para controlar a situação.

Capitão: Senhor, posso ver a sua carta de condução?
Advogado: Claro, aqui está ela. (A carta é válida)
Capitão: A quem pertence este veículo?
Advogado: É meu, senhor guarda. Aqui tem o registo de propriedade. (O carro é, de fato, do condutor)
Capitão: Abra, por gentileza, o seu porta-luvas, lentamente, por favor..
Advogado: Sim, senhor. (O porta-luvas está vazio)
Capitão: Quer abrir a bagageira, por favor?
Advogado: Sim, senhor. (Não há corpo nenhum)
Capitão: Não compreendo. O agente que o mandou parar disse que o senhor afirmou não ter carta de condução, ter roubado o carro, ter uma arma no porta-luvas e um corpo na bagageira!!!
Advogado: Ah!! E aposto que ESSE MENTIROSO também disse que eu ia em excesso de velocidade... só me faltava mais essa!!

Promessas cumpridas

Foi então que a Ministra se virou para mim e disse:


E eu na minha:

Teaser...!!
I bet
you say the same
to most of the teachers

you meet!

E não é que ela cumpriu mesmo a promessa?



Antonio San

setembro 26, 2004

Geralmente dá na merda que se vê...

...quando, para além do universozinho lhes girar à volta do dito cujo, eles ainda o têm tatuado em tons de desespero colectivo.


Antonio San

Tamos assim.

Tanto da esquerda, como da direita!
E, nem sempre são os virtuosos que ocupam o centro.



Antonio San

Sou enteado do Pedro (Pan)

Quem não se lembra da canção?
Agora reeditada numa versão, prá classe dita média, com sabor aos novos (velhos) ritmos tão latinizantes.

Ainda sou tão pequenininho...
Não posso mamar,
Porque a Mamãe não deixa,
E o Super-Papai não vai gostar...!


Também posso ter uma caixa geral só pra mim, Papai Pedro?
E um lugarzinho, assim deste tamanhinho só... numa escolinha, Mamãe? Posso? Posso?

Antonio San

Afinal sempre existe...

Vida depois da morte...



Antonio San

setembro 25, 2004

A eterna guerra dos sexos (as gatas borralheiras)

Como elas se vêem...


Antonio San

A eterna guerra dos sexos (os narcisos)

...e como eles se vêem!


Antonio San

setembro 21, 2004

Potencias de dez (power of tens)

Uma fantástica viagem desde o Kuark (interior do protão) até à distância de 10 milhões de anos luz da Via Láctea ou vice-versa para quem preferir.
Boa viagem, é só embarcar no atalho.

http://micro.magnet.fsu.edu/primer/java/scienceopticsu/powersof10/index.html

Afinal, ou se é amigo, ou não se é...


Antonio San

setembro 19, 2004

Ivan... o terrível!

Impressionante...


Antonio San

setembro 17, 2004

Tirem-me deste filme!

Tinha objectivado para mim mesmo não escrever nada durante o fim-de-semana.
Seria este para descomprimir, desanuviar, destressar, ser feliz, ser marciano, ser ermita, ser pessoa ou o que quer que fosse, menos animal , mas a verdade é que não me deixam.

Acabo de ouvir num dos pouquíssimos telejornais a que ainda assisto (há alguns meses, decretei boicote quase total às nossas notícias de encher de pesadelos a minha existência humana e portuguesa e, confesso, tenho encontrado algum equilíbrio e felicidade nessa terapia) e, deparo-me com um Sr. Bagão Felix a comentar o caso da reforma do meu colega, funcionário público, Sr. Mira Amaral como sendo uma coisa quase obscena por ferir (gosto tanto deste termo) a equidade social( bem... este nem mesmo eu sabia que existia no dicionário do Sr. acima citado, mas também sou um tonto desatento, confesso).

Pois Sr Bagão, no que me diz respeito e na minha muito estreita e disfuncional óptica de visão, a dita reforma não fere porcaria nenhuma... MATA completamente, no mínimo, o seu conceito teórico de "equidade social".

É que, sabe Sr. Bagão, já levo anos (sim... disse anos e não um ano e meio) de funcionalismo público e jamais ganhei num ano o que o Sr. Mira leva num mês, mas também, diga-se em bom abono da verdade, não passo de mais um mero cérebro apagado que vagueia em órbitas menores e que jamais terá acesso à iluminação suprema, estágio cimeiro acessível só a um punhado de seres eleitos que, no nosso caso, são sempre os mesmos (infelizmente, acrescento eu).

Depois Sr Bagão... chamar obscenidade ao acto que foi consumado só lembra mesmo ao Sr. que é educado e tem postura pública. Já eu que, não se esqueça, sou mais um daqueles cérebrozitos que por aí vagueiam tontamente, não tenho a postura do Sr., nem, talvez mesmo, a educação e como até vim da "santa terrinha" em tenra idade e tenho as raizes no que de mais popular (e integro) este país possui, chamo, portanto, as coisas pelos seus nomes verdadeiros, sem eufemismos nem máscaras "politicamente correctas".

Daí que, para mim, e volto a realçar que é opinião pessoal de um tonto que nada sabe destas coisas, o acto seja de PORNOGRAFIA PURA, ao estilo americano do pior que se pode fazer em XXX (acrescento mais um X porque acho que merece, ficando então em XXXX).

É que existe uma diferença básica entre obscenidade, embora sendo pseudo-explícita e este acto de sexo do mais revoltante, degradante e ordináriamente explícito que há, sendo digno da produção de qualquer realizador terceiro-mundista (bem sei que este termo foi abolido mas substitui-lo pela designação aceite de "em vias de desenvolvimento" seria um ultraje a quem neste último se enquadra).

Já diferenças não consigo encontrar no que diz respeito aos artistas principais, aos espectadores e ao débito de fitas como esta. Já nos vamos habituando à bem portuguesa "nouance" de serem os primeiros a fo... tudo e os últimos a serem fo... com muita frequência.

Espero pacientemente (afinal sempre tenho brandos costumes), que um dia a fita mude. É que estou a começar a ficar farto de ser sempre o figurante fo... por uns tantos figurões.




Anedota, claro está...

De vez em quando recebo pelo mail uma ou outra bem apanhada. É o caso desta que aqui vos deixo:

Depois das conferências do dia, muitos colegas médicos encontram-se no Bar do hotel.
O álcool ajuda a extroversão e alguns contam as suas últimas conquistas científicas.

O australiano começa:- Tivemos um fulano que foi atropelado e a única coisa intacta que tínhamos era o seu dedo mindinho. Pois, a nossa equipe conseguiu, pelo DNA, refazer a mão,um novo braço, um novo corpo! O paciente ficou tão capacitado ao ter alta, que tirou o emprego de cinco pessoas!

- Isso não é nada! - Diz o americano - Nós tivemos o caso de um operário que caiu no reactor atómico de uma central nuclear! A única coisa que sobrou dele foi um cabelo. Pois pelo DNA dele conseguimos reconstituir completamente todo o seu corpo. Depois de ter alta, esse sujeito mostrou-se tão eficiente que cinquenta pessoas perderam o emprego!

O português pede a palavra:- O caso que vou contar é muito mais interessante: um dia em que eu estava a andar pelo hospital senti o cheiro de um "Pum". Imediatamente, eu o capturei num saco que levei até ao laboratório. Chamei a minha equipe e começámos a trabalhar. Primeiro, a partir do "Pum", fizemos um ânus, em seguida reconstituímos o intestino, e depois, pouco a pouco, todo o corpo, por fim o cérebro. O projecto desta criatura foi chamada SANTANA LOPES e está a ter um desempenho tão fantástico que milhares de pessoas vão perder o emprego!!!

No entanto, apetecia-me perguntar: "quem foi o sacana do cientista?"

Porque rir ainda não paga imposto...

... e é sempre o melhor remédio, aqui vai para descomprimir da recente reedição das "conversas em família" agora na versão "era digital":

A nova modalidade da corrida de estafetas.


Antonio San

setembro 16, 2004

Para(a)normalidades...

Meus amigos... descobri que tenho poderes paranormais!
Verdade.!!
Tive uma visão!!
Já posso imaginar os meus últimos dias de trabalho antes da reforma!
Será qualquer coisa neste género, apresentada aqui em versão animadora e positivista.
Isto se o sistema nacional de pensões se aguentar nas canetas...


Antonio San

Nota 100 ao meu desGoverno

Depois de mais um dia 100 ainda saber onde os alquimistas do ministério reservaram um lugarzinho ao pobre e deslocado professor...

Depois de mais um dia 100 saber o quanto vou pagar a mais (porque menos não é certamente) para ter direito a esperar e desesperar nas filas das urgências e ser mal atendido...

Depois de mais um dia 100 saber quando é que vou receber o que o Estado me deve das retenções na fonte que me tirou a tempo e horas...

Depois de mais um dia 100 saber se quero saber quem é quem e onde no Governo (não me culpem, eles mudam de lugar à velocidade luz)...

Depois de mais um dia 100 saber se ainda vou ter direito a uma reforma...

Depois de mais um dia 100 saber se é insanidade ter este teimoso orgulho em ser de onde sou...

Depois de mais um dia 100 saber se algum dia deixarei de ser apenas um mero número contribuinte...

Depois de mais um dia 100 saber se algum dia deixarei de ver a dança das mesmas fartas cadeiras, quando dezenas de milhar de professores do meu país nunca sabem se se sentam e centenas de milhar vivem de mão estendida e esperança amordaçada "por debaixo de todas as pontes quebradas da vida"...

Depois de mais um dia 100 saber quando vou deixar de ouvir o falso discurso do sucesso...

Depois de mais um dia 100 saber a que classe social me vão promover por decreto para efeitos estatísticos...

Depois de mais um dia 100 saber se algum dia terei o direito a ter direito de pretender ser Europeu...

Depois de mais um dia 100 saber se algum dia vou saber o que me acontece na realidade...

Decidi parar, reflectir e pontuar a postura do meu desGoverno.

E, concluí que, numa escala de 0 a 100, só merece nota 100 nas diferentes categorias:

100 interesse

100 crédito

100 orientação

100 reformas

100 ideias

100 inovação

100 sentido

100 poder de diagnóstico

100 atitude

100 brio

100 profissionalismo

100 suporte

100 exemplos

100 inovação

100 aposta na investigação (por mais que digam que sim)

100 aposta na tecnologia (por mais que se auto-denominem empreendedores)

100 vontade (por mais que tentem mostrar o contrário)

100 estrutura nem estruturas (nem infro, nem outras)

100 trabalho

100 coordenação

100 esperança

100 nada...

E até eu fico 100 vontade de saber, mais um dia, quando serei cidadão de pleno direito, quando tantos me querem fazer crer, já hoje, que o sou, de uma Europa cada vez mais miragem.

Estou 100 palavras, 100 cabeça e 100 ar.

E, já agora, nota 100 para a minha ingenuidade quando acreditei..

setembro 15, 2004

Quero dar uma nota ao desGoverno.

...mas fica para amanhã, hoje falta-me a pachorra, o humor e a vontade.

Uma morte simplesmente bela!

A 3.000 anos luz da Terra, a nebulosa "Olho de Gato" está em fase terminal de vida. Esta imagem capturada pelo Hubble, é uma visão futura (a 5 biliões de anos) do aspecto que nosso Sol terá no final da sua própria vida e antes de se transformar num "anão branco".


Cat's Eye
Credit: NASA, ESA, HEIC, and The Hubble Heritage Team (STScI / (AURA)
Antonio San

setembro 14, 2004

Formas

Ferro, forma, espaço e luz...
E, o que não é geométrico nesta vida?


Antonio San


Formas

Quando a luz e a cor amenizam e embelezam as formas pouco atraentes do ferro...
O lado bonito de todos os mamarrachos é quase sempre, e só, visível durante a noite.


Antonio San

Aljubarrota de todos nós

Aljubarrota - Estátua à padeira.

Já não se fazem padeiras como antigamente! Tosca, mal amanhada, sem pés, enferrujada, feia como o diabo, mas sempre em posição de ataque com a pá de pé (e já lá vão uns bons anitos)!!!

Viagra não é certamente...., mulher de ferro aquela! Deve ser do calorzinho do forno e como a esperança sempre é a última a morrer, lá vai esperando por mais uns tantos hermanos para os aviar... à pázada, pois já se vê!

O meu desejo pessoal? Que o escultor se tenha "reformado" depois desta belíssima "obra de arte".



Antonio San


Aljubarrota de todos nós

Aljubarrota - Painel de azulejos sobre Brites de Almeida "a padeira de Aljubarrota".

Padeiras há muitas, Brites?... Brites?... ainda não conheci nenhuma, por supuesto devem andar todas locas en las rebajas d' El corte Inglés! Vícios antigos!


Antonio San

Aljubarrota de todos nós

Aljubarrota - E assim, em azulejaria típica, ficamos a saber onde rezou D. Nuno Álvares Pereira antes da primeira ronda de conversações com nuestros hermanos para a implantação do El Corte Inglés do Porto. Sim, que o de Lisboa já tinha sido concedido aquando das conversações de S. Mamede.

Não lhe correu nada bem, os deuses deviam estar surdos, só adiaram as coisas, eles ainda "andem" aí, ai... e não desistem. Querem superfícies rectângulares, nada de quadrados.
Agora só mesmo D. Nuno Pinto da Costa, Santo padroeiro das grandes obras lusas, para nos valer. Rezemos...


Antonio San

Aljubarrota de todos nós

Aljubarrota - Largo do Pelourinho.

O tipicismo mantém-se, felizmente...



Antonio San

Aljubarrota de todos nós

Aljubarrota - Pelourinho e Torre do relógio.

Vale bem a pena uma visita. Parabéns Aljubarrota pela vitória da preservação.


Antonio San


setembro 13, 2004

Lindeza!

Começo a gostar muito da flor de lótus.
Transmite paz, serenidade, harmonia, equilibrio... algo superior.



Antonio San

setembro 10, 2004

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré - Ponta do forte do farol no Sítio da Nazaré.
Onde o mar e a terra se inebriam de emoções.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré -Pinhal de Leiria
Os novos guardiões das forças do tempo.
Atentos aos ventos da mudança.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré -Pinhal de Leiria

Montagem de moinhos eólicos.
A nova riqueza.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré - Pinhal de Leiria
Extracção da resina.
Riqueza antiga.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré - Pinhal de Leiria
Quietude.


Antonio San

Festas de Nossa Srª da Nazaré

Sítio da Nazaré - Festas de Nossa Srª da Nazaré
Cor e luz do imaginário de todos nós.


Antonio San

Festas de Nossa Srª da Nazaré

Sítio da Nazaré
Igreja matriz engalanada por ocasião das festas de Nossa Srª da Nazaré a decorrerem até dia 12 de Setembro.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Sítio da Nazaré - estrada para o forte do farol.
Tranquilidade quase suprema!


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Sítio da Nazaré - forte do farol.
Magestoso e enigmático guardião de costas, histórias e lendas.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré - vista do forte do farol do Sítio da Nazaré.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Nazaré - Vista nocturna do miradouro do Sítio da Nazaré.


Antonio San

Quem disse que a Nazaré eram só 7 saias?

Beleza Rara

Permitam-me que apresente...
Praia do Norte, Nazaré.
Selvagem... e estonteantemente bela!

De vez em quando a minha obtusidade na arte de fotografar presenteia-me com pérolas destas.
Antonio San

O ad (ser) eternum...

Os "despojos" inglórios, do que não resistiu ao fogo do parque natural Sintra-Cascais de há quatro anos, continuam "heroicamente de pé".
"Depois da casa roubada...", nem sempre o povo tem razão...

Antonio San

Era uma vez...

Ainda pensei, confesso, que era o tão prometido e ansiado plano de reflorestação, mas afinal lá continua heróicamente só aquela meia dúzia de pinheiros plantados à beira da estrada que vai da praia do Guincho para o parque de campismo.

Aceitam-se sugestões:

  1. É jardinagem pura de algum amador stressado?

ou

2. Será o catálogo das tendências de reflorestação Primavera-Verão-Outono- Inverno, vá-se lá saber para que ano, de quem tanto promete?



Antonio San


Atestos de alma

Cá para mim, as áreas de serviço só servem para duas coisas: atestar e “desatesatar”!
Tudo o resto são derivações da mesma nota musical ou tonalidades de uma mesma cor.

Senão vejamos:
Atestamos os depósitos e “desatestamos” a carteira (mesmo que seja com versão “light” e menos dolorosa no momento, a do cartão).
Atestamos o estômago e lá voltamos ao “desatesto” acima mencionado.
Atestamos a paciência ou a versão “im” da mesma consoante há mais ou menos gente à nossa frente, ao nosso lado, atrás de nós ou consoante o(a) empregado(a) está mais ou menos virado para o estilo “take it easy my men”, muito em moda para quem não é de modas.
Atestamos os músculos com uns passitos para trás e para a frente para “desatestar” o corpo de uma posição monótona.
Atestamos o carro com golpes de uma qualquer arte marcial por inventar (na falta dos culpados reais, paga o desgraçado mais próximo), cada vez que se lança uma bomba ou uma morteirada no oriente e temos de ser nós a pagar a conta da gasolina.
“Desatestamos” o stress (causado pela incrível cifra que nos fazem pagar depois de atestar o depósito) com palavrinhas "mansas", que tendem a repor a correcta filiação maternal aos culpados, ou com palavras sonantes terminadas, geralmente, em nasais fortes do género “ões” como “ladrões dum…”, e outras que lhes conferem estatutos familiares menos apetecíveis e mais pontiagudos. E, claro, acto contínuo, atestamos a família com uma boa dose de má disposição enquanto nós, já “desatestados” e conformados, continuamos como se nada se tivesse passado. Brandos costumes os nossos…
Atestamos os espaços adjacentes com papéis, garrafas, plásticos, barulheira até dizer chega e as inevitáveis poias de cão, já que líquidos não se vêem, só se cheiram (até o ar atestamos).
Atestamo-nos com as mais variadas versões da cultura genuinamente popular, desde o famoso grupo excursionista que grita, berra e invade, até ao tímido e pacato cidadão que só quer e anseia por um cafezinho quentinho e reparador (pelo meio há de tudo: malteses, burgueses, imigreses e emigreses daqui e dali e às vezes gente menos, gente mais mas, quase sempre a mais).
Por fim (em muitos casos no princípio) “desatestamos” os líquidos acumulados (ou sólidos, depende da coragem de cada um) para nos atestarmos duma panóplia de cheiros, de gente aflita, de esperas e desesperos.

Fujo das áreas de serviço como o diabo da cruz, mas, de quando em quando, não há volta a dar e lá caio numa.

Foi o que aconteceu no passado fim-de-semana na viagem de regresso ao lar-doce-lar. Parei numa, pela tal imposição circunstancial da biquinha regeneradora, com o objectivo bem definido de ser ultra-rápido quando, depois de lá estar há um bom, longo e exasperante minuto, reconheço uma voz que se me dirige.
Surpresa boa aquela de encontrar, quando menos se espera, um grande amigo que já não se vê há bastante tempo.

Não deixou de ser uma paragem ultra-rápida, de quase uma hora, porque o tempo voa quando assim é providenciado por um bom acaso, mas mesmo assim, confesso…atestei-me!

E o destino por vezes atesta-nos a alma, mesmo em locais de “desatesto” e desatino.

setembro 08, 2004

Mudanças internas

Carissímos(as): fiz algumas mudanças internas como já devem ter notado. Precisava ter um espaço para pôr os "links" do meu agrado. Foi uma trabalheira titânica, estou exausto ou, como diz o outro, "...tô que nem posso!". Isto de querer e fazer sem perceber dá m..., pois.
E, depois, nem com as novas toalhitas próprias pró efeito se consegue tirar o defeito que, sabe-se lá porquê, a página apresentou.
Mas com calma e tempo lá chegarei (devagar, muito devagar, que isto de pressas nunca deram bons resultados)(não que este seja alguma coisa mas...).
Para hoje ficamos por aqui. Já é tarde na noite ou cedo na madrugada conforme preferirem e amanhã (prefiro pensar que é amanhã e não daqui a um bocado) terei de enfrentar mais um árduo e extenuante dia de trabalho (chorar para quê??, ninguém ouve...).
Uma boa noite (ou dia, ou tarde, ou o que quiserem, desde que seja boa) para todos. Amanhã prometo novo material.

setembro 03, 2004

Para bom entendedor...

A vida vista por Bruno Bozzetto.
Palavras para quê?


http://www.bozzetto.com/Flash/Life.htm

setembro 01, 2004

Crianças... haverá alguém mais realista?

Antonio San
 

Passaram pela re-Corrente

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