Uma corrente de estórias que ficam na minha história!

agosto 31, 2004

Descobertas (???)


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Antonio San

Descobertas....(???)

A recente actividade de exploração de gás na região do sudeste do
deserto da Arábia, descobriu a existência de um esqueleto humano de tamanho fenomenal.

Esta região do deserto da Arábia é conhecida como Quadrante Vazio,
ou em árabe, 'Rab-Ul-Khalee'. A descoberta foi feita pela equipe da
Exploração da Aramco.

Na Bíblia em Génesis 6:4; Números 13:23-33; 2 Samuel 21:22 Números
13:32-33 - está escrito: - Vimos ali gigantes filhos de Anaque,
descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos e assim também éramos aos seus olhos.

O Exercito de Saudi isolou a área inteira e ninguém está autorizado
a entrar excepto o pessoal da Aramco. Foi mantido em segredo, mas um
helicóptero militar fez exame de reconhecimento e obteve alguns
retratos aéreos e um destes, o qual foi divulgado através da Internet na
Arábia Saudita.
Veja o acessório e note o tamanho dos dois homens que estão
no retrato comparados ao tamanho do esqueleto!!

O link:

http://nation.ittefaq.com/artman/publish/article_8519.shtml


Antonio San

agosto 29, 2004

Visões...

Ganhei asas e alturas.
Brancuras, negruras em tons de azul rasgado.
Visões cósmicas de super-ser.
É tão bom a Terra assim... Serena!
Sem altos nem baixos,
na bolsa, na poça, na fossa, daqui, dali, da tua, da minha...
Sem Mato em inglês ou noutra qualquer língua.
Só com o Vivo de todos os tons, dons, sons...
P'ra meu prazer...
De viagem.
Nem que seja por um instante.
Nem que seja de tão longe.
Nem que seja numa miragem.
Mesmo que eu seja... real,
Neste instante... virtual.


http://www.fourmilab.ch/cgi-bin/uncgi/Earth?imgsize=1024&opt=-l&lat=9.7916

agosto 27, 2004

Há flores muito preciosas!

Como a minha amiga "Flor de Lírio" que tanta harmonia e serenidade me tem trazido.
Um beijo agradecido pela força dessa amizade.



Antonio San

Permitam-me que partilhe...

Este é o blog de alguém que gosta de fotografia amadora e, ainda por cima, escreve com um enorme gozo e sentimento. Nota alta para o meu amigo Lupan, companheiro de algumas "escrevinhices":

http://lupan.blogspot.com/

Este blog é de alguém por quem nutro uma imensa admiração e amizade. Um Nobel da literatura à espera do seu tempo. Quando for grande, quero escrever como ele. Parabéns OrCa, apesar de não deixar comentários, dou sempre um pulinho ao 7 mares:

http://sete-mares.blogspot.com


De uma pessoa que se tem revelado um ser humano fantástico, agradeço a informação que passo a partilhar:
"Este é o site de uma feira que vai começar a ser feita, em Sintra, todos os primeiros domingos de cada mês e que me pareceu interessante. Se quiserem aparecer acho que não se irão arrepender. Sempre é uma maneira de sair de casa aos domingos pela manhã e quem sabe aproveitarem e almoçarem por esta zona tão interessante..."
Obrigado Isabel Costa!

http://www.sintranatura.com

Ter ou não ter Pau... eis a questão!

O Ministério da Justiça brasileiro recebeu o seguinte requerimento :

Esmeraldas, 5 de Março de 2002

Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau de meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em varias situações.
Desde já antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau.

Em resposta, o Ministério lhe enviou a seguinte mensagem:

Cara Senhora Pau, sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a retirada é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do marido senão quiser.
Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sendo usado por várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família.
Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que vá chateá-lo.
Outro porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso sem falar que as demais pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o seu nome como Maria P. José.
Nossa opinião é a de que esse preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou embaraços.

Atenciosamente,

Desembargador H. Romeu Pau

Ministério da Justiça - Brasília.

(desconheço a veracidade do facto, mas não deixa de ter piada. Até já me estou a lembrar de outros requerimentos para outros nomes...)
(enviado para o meu e-mail, por mão amiga)

agosto 26, 2004

Pessoas mexeriqueiras... ainda bem que as há.

Ele há pessoas mexeriqueiras, são aquelas que mexem connosco no bom sentido.
De repente, entram-nos pela vida adentro e, sem darmos por isso, instalam-se com uma naturalidade única . São as chamadas "pessoas super-especiais" que fazem, nesta nossa vida acinzentada, toda a diferença pela positiva.
Tive e tenho a sorte de ter sido "invadido"por algumas pessoas assim e ainda bem!

Aqui vai a primeira. Não por ser mais especial que outras para mim, mas tão só porque a foto estava já à mão.
Obrigado Lurdes por teres entrado assim no meu percurso de vida com essa enorme luz e alegria.
Uma lição na arte de bem viver, esta Senhora!

Antonio San

Obrigado Lupan (pelo espectacular excerto)

Extractos de leituras VIII.
«Sei que me acusam de soberba, e talvez de misantropia, e talvez de loucura. Tais acusações (que castigarei no devido tempo) são irrisórias. É verdade que não saio de casa, mas também é verdade que as suas portas (cujo número é infinito) estão abertas dia e noite aos homens e também aos animais. Que entre quem quiser. Não encontrará aqui pompas femininas nem o bizarro aparato dos palácios, mas sim a quietude e a solidão. Por isso mesmo, encontrará uma casa como não há outra na face da terra (mentem os que declaram existir uma parecida no Egito).(…)Cada nove anos, entram na casa nove homens para que eu os liberte de todo o mal. Ouço seus passos ou sua voz no fundo das galerias de pedra e corro alegremente para recebê-los. A cerimónia dura poucos minutos. Um após outro caem sem que eu ensanguente as mãos. Onde caíram, ficam, e os cadáveres ajudam a distinguir uma galeria das outras. Ignoro quem sejam, mas sei que um deles, na hora da morte, profetizou que um dia vai chegar meu redentor. Desde então a solidão não me magoa, porque sei que meu redentor vive e que por fim m levantará do pó. Se meu ouvido alcançasse todos os rumores do mundo, eu perceberia seus passos. Oxalá me leve para um lugar com menos galerias e menos portas. Como será meu redentor? Pergunto-me. Será um touro ou um homem? Será talvez um touro com cara de homem? Ou será como eu?O sol da manhã brilhou na espada de bronze, Já não restava qualquer vestígio de sangue.- Acreditarás, Ariadne? - disse Teseu. - O minotauro quase não se defendeu.»

«A casa de Astérion», in O Aleph de Jorge Luis Borges.

Ai flores de verde pinho.

A viagem é curta, o desejo de chegar é comprido, ansioso, revolto. A calma vem quando se entra no castanho/verde densamente sereno do pinhal de Leiria, imponente, apesar de tudo.
Obrigado Dinis, ainda hoje reinas, como se vê!

Antonio San

Caminhos!


Cheguei mais uma vez, desta doce monotonia de me dividir entre o cá onde moro e o lá onde pertenço: Nazaré.
Mais ao lado para ser preciso, numa aldeia toda rodeada de aromas e cores de pinho.
São canções de amigo a entoarem-nos sentidos. Posted by Hello

agosto 24, 2004

Desta água não beberei, ou como nunca dizer nunca...

A vida é feita de saltos; uns pequenos, quase imperceptíveis, outros gigantescos quase impensáveis.

Acontece-nos a todos, estou certo. Por muito que travemos ou tentemos ignorar os avanços à nossa volta, acabamos por aderir e, às vezes, freneticamente como que a recuperar o "tempo perdido" na obstinação do "eu?? nunca!".

Hoje recuei (por vezes é necessário para se poder avançar) ao tempo, não muito longínquo, da minha existência por terras de África para me lembrar de quando as nossas vidas foram tomadas de assalto pela febre dos telemóveis.
Naquele tempo (a parábola do renitente), eu era um dos poucos pilares da resistência ao chamado "progresso sem recuo".
Afirmava glorioso perante a rendição de quase todos:
"EU?? Nunca! Não quero ser invadido, controlado, molestado, aborrecido, incomodado, desgastado e sei lá o quê mais por essas mini-máquinas infernais (chamar mini-máquinas aos tijolos da idade da pedra lascada dos telemóveis era, como se comprova hoje, de uma ousadia sem limites)."

E resistia, dia após dia como se de uma vitória sobre qualquer "peste negra" se tratasse.
"Tenho telefone em casa, tenho telefone no escritório, se não estiver nem num lado, nem no outro é porque não quero ser contactado e ponto final".

Claro... não tardei muito a engrossar a fileira dos seres humanos controlados pela máquina infernal dos "trrrriiiim, trrrriiiim's" em qualquer parte, a qualquer hora, até no restaurante onde tocava um e se atendiam dezenas (abençoados toques personalizados).

Agora outro bicho (depois de muitos e muitos, entretanto): o BLOG.
Até tem nome de vírus...

Amigos...aceito, estou infectado com esta nova doença chamada blogomania, ou blogotaradice, ou blogoexibicionismo, chamem-lhe o que quiserem.

Resisti (não tanto, confesso). Visitei blogs amigos, li blogs interessantes, disfrutei de ideias mais e menos fantásticas que estes novos bichos nos apresentam na comodidade do lar, viajei por partes certas e incertas. Deliciei-me.

Pensei e repensei a necessidade de também ter um: por moda?, por ser chique?, por ser in?, por ser out?, por ser...?, simplesmente por ser e ter?
Talvêz por tudo isso ou por nada disso.

Tão só porque decidi que quero.

E, quero para me "obrigar" a estar e ser mais interventivo (se o tempo assim o permitir), tanto para comigo, como para com os meus amigos.
E, quero para que este espaço possa ser partilhado e re-partilhado por quem o achar digno de tal.
E, quero, ainda, porque aceito os desafios, mesmo aqueles que vêm dissimulados em frases como, "o culpado de tudo", escrita por um qualquer lupan (que, neste caso, é um conjunto de poeira cósmica compactada num ser que sabe ser).

Por tudo isto, caríssimos "let's blog" ou, como já se cantava mas com outra letra, "blogging me, blogging you, ah ah ah, that's the way we have to do".
Cá vos espero, sem prometer nada de especial, nem com frequência desmedida.


 

Passaram pela re-Corrente

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